A independência no digital: liberdade e exigência

Desde 2015 trabalho como independente no digital: concebo sites e aplicações móveis para uma clientela internacional. A escolha da independência não surgiu por acaso; prolonga uma forma de viver e de trabalhar que sempre foi a minha.
Escolher a independência
Ser independente é responder pessoalmente por cada projeto, desde a primeira conversa até à publicação. Não há intermediário atrás do qual nos possamos abrigar: a qualidade do resultado compromete diretamente quem o concebeu. Vejo nisso menos uma obrigação do que uma forma de honestidade para com quem confia em mim.
Uma clientela sem fronteiras
Uma infância passada em viagem, três anos nos Estados Unidos e depois a descoberta de quase todos os países do mundo ensinaram-me a trabalhar com interlocutores de culturas muito diferentes. Os meus estudos de línguas ajudam-me todos os dias: compreender com precisão o que um cliente espera, na sua língua e segundo os seus costumes, é o primeiro passo de qualquer projeto bem-sucedido.
O cuidado com o detalhe
Um site ou uma aplicação julga-se muitas vezes pelos detalhes: a legibilidade de um texto, a fluidez de um ecrã no telemóvel, a coerência de uma cor de uma página para outra. Esses detalhes quase não se veem quando estão bem resolvidos, mas notam-se de imediato quando faltam. É a eles que dedico mais atenção.
Uma atividade entre outras
O digital não é a minha única atividade: dirijo também a Cardelli Jean-Witold Estate LTD, a minha holding imobiliária. As duas respondem-se: numa como na outra, trata-se de construir algo duradouro, com rigor e paciência.
— Jean Cardelli

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